Salas expositivas do piso 0
O piso 0 inclui duas salas expositivas. O regulamento identifica-as como sala de arte contemporânea e sala de literatura contemporânea, articuladas pelo foyer.
Museu municipal dedicado ao estudo, salvaguarda e divulgação do neorrealismo português, instalado desde 2007 num edifício de Alcino Soutinho no centro de Vila Franca de Xira.
em destaque · 23/05/2026Realismo e humanismo na arte inquieta de Isolino VazO Museu do Neo-Realismo é uma instituição cultural pública tutelada pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. Nasceu a partir de um centro de documentação sobre o Movimento Neorrealista Português e reúne coleções documentais e artísticas, incluindo espólios literários, editoriais e artísticos, arquivos, obras de arte, publicações periódicas e uma biblioteca especializada. O edifício atual, projetado pelo arquiteto Alcino Soutinho e inaugurado em 20 de outubro de 2007, distribui espaços expositivos por vários pisos e integra Centro de Documentação, auditório, livraria e cafetaria. A programação inclui exposições, investigação, mediação cultural, atividades educativas, debates, cinema e outras iniciativas ligadas ao neorrealismo e à cultura dos séculos XX e XXI.
O piso 0 inclui duas salas expositivas. O regulamento identifica-as como sala de arte contemporânea e sala de literatura contemporânea, articuladas pelo foyer.
O piso 1 inclui uma sala expositiva; noutra fonte municipal, os pisos 0 e 1 são descritos como acolhendo três espaços expositivos para exposições temporárias documentais e de artes plásticas.
O piso 2 inclui uma sala expositiva. O regulamento descreve os pisos 2 e 3 como salas de exposição de longa duração.
O piso 3 inclui uma sala expositiva. O regulamento descreve os pisos 2 e 3 como salas de exposição de longa duração.
Centro de documentação centrado na temática neorrealista, com biblioteca especializada em literatura do movimento neorrealista e áreas relacionadas, publicações periódicas, arquivos documentais e espólios literários.
Auditório situado no piso 0, com programação complementar às exposições, incluindo encontros, debates, colóquios, apresentações de livros, formação e cinema; pode também ser cedido, mediante pedido e condições municipais, para atividades compatíveis com os objetivos do museu.
Livraria especializada situada no piso 0, com obras de referência no quadro do neorrealismo português, publicações, catálogos e materiais relacionados com o movimento; pode acolher pequenas mostras documentais em ocasiões específicas.
Cafetaria do Museu do Neo-Realismo, espaço municipal situado no piso 0. O regulamento refere que é explorada por entidades externas/concessionada pela Câmara Municipal; a página oficial da cafetaria identifica a designação NEO e horário próprio.
Espaço de receção/átrio situado no piso 0. O regulamento refere que, pontualmente, o foyer e a receção podem funcionar como prolongamento de exposições.
O museu tem quatro espaços de reserva no piso -1, dois destinados a acervos documentais e dois a bens culturais e acervos de artes plásticas. São espaços de acesso restrito.


A ideia de criar um museu dedicado ao neorrealismo, formada nas décadas de 1970 e 1980, tornou-se pública com a constituição de uma comissão instaladora em 18 de maio de 1988.
O MNR foi fundado em 1990 e iniciou atividade em instalações provisórias, a partir de um centro de documentação sobre o Movimento Neorrealista Português.
A coleção de espólios começou em 1991 com a doação do Espólio Literário de Manuel da Fonseca.
A exposição permanente Entre a Realidade e a Utopia - O Movimento Neo-Realista esteve patente ao público desde 1993 nas instalações provisórias.
Em 1997 foi doado pelos herdeiros o Espólio Artístico de José Dias Coelho, assinalado pelo regulamento como momento importante na formação do acervo.
A Câmara Municipal aprovou em 2003 o projeto de Alcino Soutinho para um edifício de raiz no centro da cidade, cofinanciado pela União Europeia através do Programa Operacional da Cultura.
O novo edifício do Museu do Neo-Realismo foi inaugurado em 20 de outubro de 2007.