Museu de Arte Contemporânea
Edifício de Álvaro Siza iniciado em projeto em 1991 e inaugurado em 1999. A Fundação descreve-o como integrado na envolvente urbana e nos espaços preexistentes do Parque e da Casa de Serralves.

Fundação cultural no Porto que reúne museu de arte contemporânea, parque histórico, Casa de Serralves e Casa do Cinema Manoel de Oliveira.
em destaque · 13/02/2026Afinidades eletivas: Joan Miró e a arte contemporânea na Coleção do Museu de SerralvesSerralves é um conjunto cultural programado no Porto, gerido pela Fundação de Serralves, que articula artes visuais, cinema, arquitetura, paisagem e atividades educativas. O bilhete geral anunciado pela Fundação dá acesso ao Museu de Arte Contemporânea, à Ala Álvaro Siza, ao Parque de Serralves, ao Treetop Walk, à Casa de Serralves e à Casa do Cinema Manoel de Oliveira. O Museu, projetado por Álvaro Siza e inaugurado em 1999, tem salas de exposição, biblioteca, auditório, loja, restaurante e espaços educativos. O Parque, com 18 hectares, integra jardins formais, matas, quinta tradicional e esculturas da coleção em exposição permanente. A Casa de Serralves é apresentada pela Fundação como um exemplar Art Déco dos anos 30 do século XX, hoje também usada para exposições e projetos do programa do Museu. A Casa do Cinema Manoel de Oliveira, igualmente projetada por Álvaro Siza e inaugurada em 2019, apresenta exposição permanente, centro de documentação, sessões, ciclos, retrospetivas, conferências e programas educativos ligados ao cinema e às imagens em movimento.
Edifício de Álvaro Siza iniciado em projeto em 1991 e inaugurado em 1999. A Fundação descreve-o como integrado na envolvente urbana e nos espaços preexistentes do Parque e da Casa de Serralves.
O Museu dispõe de 14 salas de exposição distribuídas por três pisos. A página de projeto arquitetónico indica 4.484,9 m2 de salas de exposição.
Átrio de redistribuição de percursos do Museu; ao nível do hall dá acesso ao balcão de informações, bengaleiro, livraria e sala de exposições, e articula percursos para pisos superior e inferior.
Situada nos pisos um e dois do edifício do Museu, com janela ampla sobre o Parque. A página de projeto arquitetónico indica 352,80 m2. Aberta ao público em 2001, reúne documentação sobre arte contemporânea e paisagem.
Auditório de 600 m2, com foyer e bar em continuidade com a Biblioteca e acesso possível pelo exterior do Museu através de pátio. A Fundação descreve-o como espaço multifuncional para ciclos temáticos, música, dança, cinema, mesas redondas, conferências e colóquios.
Espaço situado no piso superior do Museu. A página de projeto arquitetónico indica 103,20 m2.
Espaço situado no piso superior do Museu. A página de projeto arquitetónico indica 233,60 m2 para a Sala dos Programas Educativos.
Localizado no piso superior do Museu, com esplanada sobre o Parque. A página de projeto arquitetónico indica 222,90 m2 para o restaurante.
Parque de 18 hectares com jardins formais, matas e quinta tradicional. A Fundação refere o projeto de Jacques Gréber nos anos 30 do século XX e a presença de esculturas da coleção em exposição permanente.
Percurso elevado integrado no Parque e incluído no bilhete geral de Serralves.
Casa Art Déco dos anos 30 do século XX, originalmente residência privada. A Fundação indica que hoje proporciona espaços para exposições e projetos de artistas integrados no programa do Museu de Arte Contemporânea.
Polo dedicado ao cinema e às imagens em movimento, integrado na Fundação de Serralves. Apresenta exposição permanente, centro de documentação, sessões de cinema, exposições temporárias, ciclos, retrospetivas, conferências, edições e programas educativos.
Espaço indicado na agenda oficial como local de sessões e ciclos de cinema da Casa do Cinema Manoel de Oliveira. A capacidade não foi localizada nesta pesquisa.
Antigo armazém de máquinas recuperado por Álvaro Siza no Parque de Serralves, transformado num edifício multiusos de apoio à área de jardinagem e a outras valências, com função educativa associada.








A origem do Parque de Serralves é situada pela Fundação em 1923, quando Carlos Alberto Cabral, 2.º Conde de Vizela, herdou a Quinta do Lordelo, então propriedade de veraneio da família.
A Casa de Serralves foi projetada e construída entre 1925 e 1944 como residência privada encomendada pelo 2.º Conde de Vizela. A Fundação descreve-a como o mais notável exemplo de edifício Art Déco em Portugal.
Depois de visitar a Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes, em Paris, Carlos Alberto Cabral convidou Jacques Gréber a desenhar um novo jardim; os desenhos do projeto datam de 1932, segundo a Fundação.
A Casa e a propriedade foram vendidas a Delfim Ferreira em 1955, sob compromisso de não transformação da propriedade.
O Estado adquiriu a Quinta de Serralves em dezembro de 1986 para instalar no Porto um futuro Museu Nacional de Arte Moderna.
Antes da criação formal da Fundação, a Casa e o Parque de Serralves foram abertos ao público em 29 de maio de 1987.
A Fundação de Serralves foi criada pelo Decreto-Lei 240-A/89, de 27 de julho, como parceria entre o Estado e a sociedade civil.
Em março de 1991 foi assinado o contrato com Álvaro Siza para a elaboração do projeto de arquitetura do Museu.
A Casa de Serralves foi classificada como Imóvel de Interesse Público em 1996.
O edifício do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, projetado por Álvaro Siza, foi inaugurado em junho de 1999.
A Biblioteca de Serralves abriu ao público em 2001 e disponibiliza informação sobre arte contemporânea e paisagem.
Em 2004, Álvaro Siza supervisionou o restauro da Casa de Serralves e dos seus interiores.
Em 2012, o conjunto do património edificado e natural da Fundação de Serralves recebeu o estatuto de Monumento Nacional.
A Casa do Cinema Manoel de Oliveira foi inaugurada em 24 de junho de 2019.
Apoios, acessos e condições para uma visita mais autónoma.
Confirma antecipadamente com o local as condições específicas de que precisas.
A Fundação declara rampas de acesso facilitado, elevador, WC adaptado, cadeiras de rodas e estacionamento com lugares específicos para pessoas com mobilidade reduzida.
A Fundação refere equipamentos de tração para visita autónoma e apoio de carrinho elétrico, mas informa que os equipamentos de tração para visita autónoma se encontram em manutenção. O equipamento de tração é requisitado na bilheteira do Museu e está sujeito a demonstração de saber usar e assinatura de termo de responsabilidade.
A Fundação indica a existência de planta tátil do Conjunto Patrimonial de Serralves.
A Fundação indica hortas elevadas acessíveis e mesas de jardinagem acessíveis.
A Fundação anuncia visitas guiadas em Língua Gestual Portuguesa e Sinal Gestual Internacional, e refere visitas em LGP desenvolvidas pelo Serviço Educativo em parceria com a Laredo Associação Cultural.
A Fundação indica áudio-descrição da Casa de Serralves e o livro em braille '+ Serralves – Uma visita'.
A Fundação declara site acessível e aplicação móvel com conteúdos acessíveis.
Na página oficial de visita, a Fundação indica entrada gratuita para visitante portador de atestado multiuso com grau de incapacidade superior a 60%, mediante comprovativo.
Horários, bilhetes, transportes e regras úteis num só lugar.