Salas de exposição permanente
O Centro de Estudos Regianos refere 17 salas de exposição permanente em dois pisos, com coleções de escultura, pintura, faiança, mobiliário, metais, têxteis e registos.

Casa-museu municipal instalada na antiga residência de José Régio em Portalegre, com coleções de arte sacra, arte popular, faiança, mobiliário e objetos ligados à vida rural alentejana.
em destaque · 1/07/2027Peddy PaperA Casa Museu José Régio ocupa a antiga residência do poeta em Portalegre, cidade onde lecionou durante 34 anos. O percurso museológico mantém a leitura doméstica dos espaços e apresenta coleções reunidas pelo escritor, com destaque para arte sacra e popular, Cristos crucificados, barros de Portalegre, faiança, mobiliário, trabalhos pastoris, ferros forjados e acervo literário. O edifício foi adquirido pela Câmara Municipal de Portalegre, que inaugurou o museu em 23 de maio de 1971; desde 2020 está classificado como Monumento de Interesse Municipal.
O Centro de Estudos Regianos refere 17 salas de exposição permanente em dois pisos, com coleções de escultura, pintura, faiança, mobiliário, metais, têxteis e registos.
Espaço de reserva associado às coleções, referido pelo Centro de Estudos Regianos; inclui escultura, faiança, numismática/medalhística, registos, trabalhos pastoris e ferros forjados.
Compartimento visitável identificado na ficha patrimonial do imóvel.
Compartimento visitável referido na ficha patrimonial, associado à apresentação de ferros forjados e outras peças de artesanato alentejano segundo o Centro de Estudos Regianos.
Compartimento visitável identificado na ficha patrimonial do imóvel.
Espaço onde, segundo a ficha patrimonial, José Régio passou muitas horas dedicado à escrita.
Compartimento visitável com mobiliário do século XVIII, de acordo com a ficha patrimonial.
Espaço identificado pelo Município de Portalegre na listagem de vídeo-guias da Casa-Museu como “Entrada do Salão Abobadado”.
O Centro de Estudos Regianos refere que a casa data dos finais do século XVII e terá sido um anexo do convento de S. Brás; a ficha patrimonial indica que a casa integrou o desaparecido Convento de São Brás.
Os espaços remanescentes foram transformados em casa de hóspedes, conhecida como Pensão 21.
José Régio alugou um pequeno quarto no primeiro andar da pensão, quando foi professor em Portalegre.
Segundo a ficha patrimonial, cerca de dez anos depois de alugar o primeiro quarto, o crescimento da coleção levou José Régio a tornar-se o único hóspede da pensão.
O Centro de Estudos Regianos afirma que José Régio vendeu a coleção à Câmara Municipal de Portalegre, com a condição de esta adquirir a casa, restaurá-la e transformá-la em museu.
A ficha patrimonial indica que a Câmara Municipal adquiriu o edifício em 1967, após a venda do espólio.
José Régio morreu em 22 de dezembro de 1969, antes da abertura do museu.
O Museu foi inaugurado em 23 de maio de 1971.
A ficha patrimonial refere que o imóvel encerrou em 2004 para obras de recuperação e reabriu dois anos mais tarde.
Foi publicado em Diário da República o Aviso n.º 8699/2020, relativo à conclusão do procedimento de classificação do edifício como Monumento de Interesse Municipal.
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Um guia de museus do Alentejo publicado pelo VisitPortugal indicava a Casa-Museu José Régio como acessível a visitantes com mobilidade reduzida; a informação é antiga e não descreve percursos, elevador, rampas, instalações sanitárias acessíveis ou limitações por piso.
Um relatório académico em repositório público refere colaboração num projeto de requalificação da acessibilidade da Casa Museu José Régio; não foi usado como prova de condições atualmente disponíveis ao visitante.
Horários, bilhetes, transportes e regras úteis num só lugar.