Sala Auditório
Sala principal identificada no regulamento municipal. Lotação regulamentar: 159 lugares sentados. Em programação municipal recente surge como “Sala Ruy de Carvalho”.
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Centro cultural municipal em Olival Basto, com programação de teatro, dança, música, cinema, exposições e outras artes performativas.
em destaque · 10/09/2026Jantar de IdiotasInstalado na Rua Angola, em Olival Basto, o Centro Cultural Malaposta é um equipamento cultural do Município de Odivelas. A sua missão oficial passa por acolher e promover atividades artísticas e culturais, incluindo teatro, cinema, música, exposições, palestras, conferências e outros eventos de natureza análoga. O regulamento municipal identifica cinco salas principais — auditório, sala de cinema, sala experimental, café-teatro e black box — além de bar, camarins e áreas técnicas. A página municipal descreve a Malaposta como uma casa de cultura onde decorrem espetáculos, concertos, exposições, cinema e debates.
Sala principal identificada no regulamento municipal. Lotação regulamentar: 159 lugares sentados. Em programação municipal recente surge como “Sala Ruy de Carvalho”.
Sala de cinema identificada no regulamento municipal. Lotação regulamentar: 54 lugares sentados.
Sala experimental identificada no regulamento municipal. Lotação regulamentar: 40 lugares sentados.
Sala de café-teatro identificada no regulamento municipal. Lotação regulamentar: 100 lugares sentados.
Sala Black Box identificada no regulamento municipal. Lotação regulamentar: 50 lugares sentados.
Bar de apoio aos espetáculos identificado no regulamento municipal como parte da constituição do equipamento.
Estruturas de apoio identificadas no regulamento municipal: sete camarins, dois coletivos e cinco individuais, com casa de banho.



A página municipal de locais de interesse afirma que o edifício onde está instalado o Centro Cultural Malaposta foi mandado construir pela Câmara Municipal dos Olivais em 1873, destinado a Matadouro Municipal.
Segundo a página municipal, o matadouro manteve-se em funcionamento até aos anos 60 do século XX, quando foi desativado e ficou ao abandono.
Após obras de reabilitação e adaptação, o espaço renovado foi inaugurado como AMASCULTURA em 2 de dezembro de 1989, com a peça “O Render dos Heróis”, de José Cardoso Pires, de acordo com a página municipal.
Foi publicado em Diário da República o Regulamento n.º 220/2023, que aprova o Regulamento do Centro Cultural da Malaposta.
Boletim municipal refere projeto de decisão de adjudicação da concessão da gestão e exploração do Centro Cultural da Malaposta à Yellow Star Company, pelo prazo de quatro anos, renovável nos termos ali indicados.
Apoios, acessos e condições para uma visita mais autónoma.
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