Edifício dos Oceanos
Edifício original do Oceanário, rodeado por água e ligado ao edifício administrativo por uma ponte pedonal. Alberga a exposição permanente e foi concebido em torno da ideia de um oceano global.

Aquário público no Parque das Nações, criado para a Expo ’98 e dedicado à vida marinha, à educação ambiental e à conservação do oceano.
O Oceanário de Lisboa é um aquário público situado na Doca dos Olivais, no Parque das Nações. Inaugurado em 1998 no âmbito da Expo ’98, apresenta a exposição permanente “Um Planeta, Um Oceano”, organizada em torno de um aquário central de cerca de 5 milhões de litros e quatro habitats. O conjunto integra o Edifício dos Oceanos, o Edifício de Apoio e o Edifício do Mar, onde existem áreas para exposições temporárias, auditório, restauração e espaços para eventos corporativos. A instituição enquadra a sua programação numa missão de conhecimento, sensibilização e conservação do oceano.
Edifício original do Oceanário, rodeado por água e ligado ao edifício administrativo por uma ponte pedonal. Alberga a exposição permanente e foi concebido em torno da ideia de um oceano global.
Aquário principal da exposição permanente, com cerca de 5 milhões de litros de água, representando o Oceano Global e reunindo mais de cem espécies segundo a descrição oficial histórica.
Um dos quatro habitats da exposição permanente; a página oficial descreve-o como dedicado ao oceano mais próximo de Portugal, das costas portuguesas à cordilheira parcialmente submersa.
Um dos quatro habitats da exposição permanente; a página oficial associa-o ao maior e mais profundo oceano e a florestas de algas.
Um dos quatro habitats da exposição permanente; a página oficial descreve-o como um habitat de águas quentes, vibrantes e de elevada biodiversidade.
Um dos quatro habitats da exposição permanente; a página oficial associa-o às águas frias e a um ambiente extremo moldado por uma grande corrente oceânica.
Edifício inaugurado em 2011, com fachada cerâmica branca, que acrescentou área de exposições temporárias, acolhimento, bilheteiras, auditório e restaurante.
Átrio no coração do Oceanário, marcado por um painel de 55.000 azulejos; a factsheet corporativa indica 500 m² e utilização para eventos institucionais, cocktails, receções e jantares.
Auditório no Edifício do Mar, nos pisos -1 e -2, equipado com áudio e projeção. A página oficial indica utilização para conferências, apresentações, concertos e outros eventos, com 117 lugares em plateia.
Conjunto de salas no Edifício do Mar ou Edifício de Apoio, conforme fontes oficiais distintas; a factsheet corporativa descreve salas modernas para reuniões e eventos, com tecnologia audiovisual, terraço, lounge/coffee break, copa e bengaleiro.
Sala panorâmica com vista sobre o rio Tejo, indicada para eventos institucionais, reuniões estratégicas, apresentações e networking. A factsheet oficial indica 254 m² e hall de apoio de 53 m².



O edifício funcionou como Pavilhão dos Oceanos, uma das principais atrações da Exposição Mundial de Lisboa de 1998, dedicada ao tema “Os oceanos, um património para o futuro”.
Depois da Expo ’98, o Edifício dos Oceanos abriu permanentemente ao público como Oceanário de Lisboa em outubro de 1998.
O Edifício dos Oceanos foi projetado por uma equipa da Cambridge Seven Associates liderada pelo arquiteto norte-americano Peter Chermayeff; a construção foi feita pela Engil em colaboração com empresas especializadas.
A ficha da DGPC refere que o edifício recebeu o Prémio Valmor em 1998.
Em abril de 2011 foi inaugurado o Edifício do Mar, projetado pelo arquiteto Pedro Campos Costa, concluindo a expansão do Oceanário.
A ficha da DGPC refere que o programa de expansão recebeu menção honrosa do Prémio Valmor em 2011.
A DGPC regista despacho do Diretor Municipal de Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, de 9 de maio de 2007, determinando a abertura do procedimento de classificação como imóvel de interesse municipal.
A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou, em 21 de outubro de 2008, proposta da Câmara Municipal de Lisboa relativa à classificação como imóvel de interesse municipal.
Apoios, acessos e condições para uma visita mais autónoma.
Confirma antecipadamente com o local as condições específicas de que precisas.
O percurso de visita é descrito pelo Oceanário como cumprindo as Normas Europeias de Acessibilidade, com rampas e elevadores para visitantes com mobilidade reduzida, utilizadores de cadeira de rodas e famílias com carrinhos de bebé.
O Oceanário indica a existência de instalações adaptadas para pessoas com mobilidade condicionada ou deficiência.
A página oficial refere percurso acessível e confortável entre o Oceanário e os parques de estacionamento mais próximos, Parque Oceanário e Parque da Doca.
É referido atendimento prioritário para grávidas, pessoas com crianças de colo e visitantes com mobilidade reduzida.
Os conteúdos expositivos são indicados como disponíveis em português e inglês; os vídeos das exposições têm legendas em inglês.
Visitantes com incapacidade declarada igual ou superior a 60% entram gratuitamente; um acompanhante beneficia de 60% de desconto. A condição aplica-se ao produto Visita ao Oceanário de Lisboa e é atribuída na bilheteira física, mediante apresentação de Atestado Médico de Incapacidade Multiusos.
As regras oficiais indicam que não é permitida a entrada de animais ou plantas, incluindo cães-guia, mas acrescentam que quem pretenda visitar acompanhado por cão-guia deve contactar previamente a instituição.
Horários, bilhetes, transportes e regras úteis num só lugar.