Edifício Sede
Parte do conjunto arquitetónico inaugurado em 1969, articulado com o Museu, auditórios, biblioteca e estruturas de apoio da Fundação.

Complexo cultural em Lisboa com museu, Centro de Arte Moderna, biblioteca, jardim e auditórios.
em destaque · 17/07/2026Gulbenkian, 70 Anos em CartazA Fundação Calouste Gulbenkian é uma fundação internacional com sede em Lisboa, dedicada à arte, ciência, educação e beneficência. O complexo da Avenida de Berna reúne o Museu Calouste Gulbenkian, o Centro de Arte Moderna, a Biblioteca de Arte e Arquivos, vários auditórios e o Jardim Gulbenkian. A programação combina exposições, concertos, conferências, visitas e atividades educativas, com a Gulbenkian Música a usar o Grande Auditório como uma das suas principais salas.
Parte do conjunto arquitetónico inaugurado em 1969, articulado com o Museu, auditórios, biblioteca e estruturas de apoio da Fundação.
Museu concebido para albergar a Coleção Gulbenkian. O edifício organiza as galerias permanentes em circuitos de Arte Oriental e Clássica e Arte Europeia, e inclui relação visual contínua entre arte e natureza.
Espaço dedicado à arte portuguesa moderna e contemporânea e a artistas contemporâneos. A página oficial apresenta o novo CAM como um edifício projetado por Kengo Kuma, com ligação entre arquitetura e jardim através do espaço Engawa.
Biblioteca e arquivo especializados, com serviço de referência para acolhimento de utilizadores, apoio à pesquisa e consulta de acervos da Biblioteca de Arte e dos Arquivos Gulbenkian.
Jardim modernista construído na década de 1960 segundo projeto dos arquitetos paisagistas António Viana Barreto e Gonçalo Ribeiro Telles, referido pela Fundação como referência da arquitetura paisagista portuguesa.
Auditório com 1203 lugares sentados, usado para a temporada Gulbenkian Música, grandes conferências, concertos amplificados, teatro, dança, ópera e projeção de cinema. A página oficial nota restrições de palco por carecer de teia e ter bastidor diminuto.
Sala com 334 lugares sentados, utilizável como sala de conferências, para pequenos espetáculos e recitais, equipada com sistema de tradução simultânea.
Sala de conferências com 134 lugares sentados, equipada com sistema de tradução simultânea, duas cabinas e 75 recetores/auscultadores.
Conjunto de salas de diferentes dimensões integrado na oferta de auditórios e cedência de espaços da Fundação. A página geral indica três auditórios e quatro salas para conferências, atividades educativas e espetáculos; o resultado indexado da página das salas de congressos refere uma sala com capacidade para 120 pessoas em plateia, 49 em mesa redonda e 43 em mesa em U.
Espaço ao ar livre no Jardim Gulbenkian para espetáculos sazonais na primavera e verão, também usado como espaço de pausa. A página oficial refere programação de teatro, cinema e música em junho e julho e o festival Jazz em Agosto na primeira quinzena de agosto.






Os estatutos da Fundação Calouste Gulbenkian foram aprovados pelo Decreto-Lei n.º 40 690, definindo-a como instituição particular de utilidade pública geral, perpétua, com sede em Lisboa e fins caritativos, artísticos, educativos e científicos.
A Fundação adquiriu terreno no Parque de Santa Gertrudes para construir a sede; a página de história do Jardim indica também que os serviços começaram a funcionar ali no ano seguinte em instalações provisórias.
A construção do conjunto da Sede e Museu iniciou-se em 1962, com projeto dos arquitetos Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy d’Athouguia e dos arquitetos paisagistas António Viana Barreto e Gonçalo Ribeiro Telles.
O edifício da Sede e Museu da Fundação Calouste Gulbenkian foi inaugurado em Lisboa no dia 2 de outubro de 1969, no centenário do nascimento de Calouste Sarkis Gulbenkian.
O Grande Auditório teve o seu concerto inaugural em 3 de outubro de 1969, com a Orquestra de Câmara Gulbenkian e o Coro Gulbenkian.
O edifício da Fundação foi distinguido com o Prémio Valmor.
O edifício da Fundação Calouste Gulbenkian foi classificado como Monumento Nacional.
Apoios, acessos e condições para uma visita mais autónoma.
Confirma antecipadamente com o local as condições específicas de que precisas.
A Fundação indica que todos os seus espaços e parte do Jardim estão adaptados a visitantes com restrições de mobilidade, com elevadores, rampas e, em certas zonas, piso tátil.
A equipa da receção está disponível para acompanhar e esclarecer questões relativas a acessibilidade.
As casas de banho de acesso público encontram-se equipadas e adaptadas para cadeiras de rodas e pessoas com mobilidade reduzida.
O Edifício Sede dispõe de rampas exteriores e interiores que permitem circulação de cadeiras de rodas em todos os espaços.
A Fundação disponibiliza plataformas elevatórias e elevadores, com apoio de elemento de segurança quando necessário.
Existem lugares para público com mobilidade condicionada; a compra deve ser feita presencialmente na bilheteira, exceto nas assinaturas, que devem ser adquiridas online.
No parque de estacionamento, junto aos elevadores, existem lugares para viaturas de público com mobilidade reduzida.
O percurso pelo Jardim para pessoas com mobilidade reduzida faz-se pela ala nascente, ligando a entrada principal do Edifício Sede ao edifício da Coleção Moderna.
Horários, bilhetes, transportes e regras úteis num só lugar.