Auditório / sala de espetáculo
Sala principal vocacionada para artes performativas. A Câmara Municipal indica capacidade de 267 pessoas, incluindo 2 lugares para cadeiras de rodas; a ficha de obra da CARI indica 270 espectadores sentados.

Centro cultural instalado no antigo Teatro Fonseca Moreira, em Felgueiras, vocacionado para artes performativas e com auditório, café-concerto e espaços de apoio.
em destaque · 19/09/2026FADO AO PIANOA Casa das Artes de Felgueiras ocupa o antigo Teatro Fonseca Moreira, edifício ligado à história cultural local desde a inauguração oficial de 20 de fevereiro de 1921. A informação municipal apresenta-o como um espaço dedicado às artes performativas, com capacidade indicada de 267 pessoas, incluindo 2 lugares para cadeiras de rodas, e com café-concerto. A requalificação contemporânea adaptou o antigo cineteatro a funções de teatro e café-concerto, preservando a fachada principal e fachadas laterais e criando novos espaços interiores, incluindo auditório, palco, foyer com área expositiva, oficinas e camarins.
Sala principal vocacionada para artes performativas. A Câmara Municipal indica capacidade de 267 pessoas, incluindo 2 lugares para cadeiras de rodas; a ficha de obra da CARI indica 270 espectadores sentados.
Palco da sala principal. A ficha de obra da CARI indica área de 120 m2.
Espaço de menor dimensão referido pela informação turística oficial como “Café Concerto”. A ficha de obra indica que ocupa o espaço anexo de uma antiga oficina automóvel.
A ficha de obra da CARI refere uma sala de exposições no grande foyer.
A ficha de obra da CARI refere camarins para 24 artistas.
A ficha de obra da CARI menciona oficinas como parte dos espaços de apoio do teatro.




A inauguração oficial ocorreu em 20 de fevereiro de 1921, com presença de António José de Fonseca Moreira e representação da peça “Feitiço contra Feiticeiro”, da sua autoria.
O portal oficial de turismo refere que, nos finais de 1949, após obras mandadas executar por João Cardoso, o teatro reabriu com o filme “A Morgadinha dos Canaviais”.
O portal oficial de turismo indica que, em 1950 e 1951, o teatro foi equipado com aparelhagem sonora e dupla aparelhagem de projeção para filmes de maior metragem sem interrupções.
A Câmara Municipal refere que, em 1997, após um período de inatividade, o teatro foi recuperado pela Câmara e classificado como imóvel de interesse público, com projeto do arquiteto Filipe Oliveira Dias e decoração do teto da sala de espetáculo com intervenção do pintor José Emídio.
A ficha de obra da CARI descreve uma reformulação e adaptação do cineteatro a Casa das Artes, com novo interior para teatro e café-concerto, mantendo e recuperando a fachada principal e fachadas laterais.
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