Informação útil
Abertura ao público: segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.

Equipamento cultural municipal de Coimbra dedicado à escrita, ao livro, à leitura e à relação entre literatura, pensamento e artes.
Um cartaz por dia, com os vídeos oficiais ligados a cada artista.
Informação oficial para preparar os dias do festival.
Abertura ao público: segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.
Encerra ao sábado, domingo e feriados.
A oferta cultural municipal é organizada em seis eixos: Programa Expositivo, Programação Literária, Tertúlias do Pensamento, Performance Poética, Literatura nas Artes e Oficinas e Mediação.
A programação infantojuvenil de julho de 2026 foi anunciada como gratuita, mediante inscrição prévia, limitada a 20 participantes por atividade.
A descrição de arquitetura refere a introdução de acessos verticais, incluindo escada e elevador, na ala sul do edifício.
A programação municipal infantil de julho de 2026 incluiu atividades relacionadas com Língua Gestual Portuguesa; esta é uma informação de programação específica e não comprova, por si só, serviços permanentes de acessibilidade.
A Casa da Escrita é um equipamento cultural da Câmara Municipal de Coimbra instalado na antiga Casa do Arco, associada a João José Cochofel e às tertúlias literárias e intelectuais de meados do século XX. A programação municipal recente estrutura-se em eixos como programa expositivo, programação literária, tertúlias do pensamento, performance poética, literatura nas artes, oficinas e mediação. O edifício reabilitado articula espaços de leitura, encontro, arquivo, jardim e salas flexíveis, mantendo a memória doméstica do lugar e adaptando-a a usos culturais contemporâneos.
Espaço junto à entrada principal, no piso térreo; a descrição de projeto refere estantes móveis e a possibilidade de transformação, por exemplo, em espaço expositivo.
Na ala sul do piso térreo, a descrição de projeto identifica a cozinha como um dos três novos espaços integrados num volume compacto de madeira, juntamente com acessos verticais e instalações sanitárias.
Sistema de escada e elevador introduzido na ala sul para responder aos requisitos funcionais da reabilitação.
Instalações sanitárias integradas no volume compacto da ala sul do piso térreo, de acordo com a descrição de projeto.
Um dos salões do primeiro andar da ala do século XIX, atualmente identificado na descrição de projeto como biblioteca; a página municipal também refere a biblioteca pessoal de Eduardo Lourenço, doada ao Município, como consultável no espaço.
Sala localizada no primeiro andar, nos salões correspondentes à ala do século XIX, de acordo com a descrição de projeto.
Sala do primeiro andar, situada nos salões da ala do século XIX e com acesso aos jardins, segundo a descrição de projeto.
Conjunto de salas menores na ala sul do primeiro andar, descritas como destinadas a residência temporária de artistas, incluindo um quarto com casa de banho e uma sala de trabalho convertível em quarto adicional.
No piso superior, mantém a configuração geral, mas a reabilitação alterou a sua caracterização com pintura integral a branco de tetos, paredes e peças de madeira.
Sala única no sótão, com três nichos para consulta individual de documentação sob novas mansardas.
Jardim associado ao equipamento; a programação de verão de 2026 refere a utilização do jardim da Casa da Escrita para atividades culturais.


A Casa do Arco foi adquirida aos Viscondes do Espinhal pelo bisavô de João José Cochofel.
A casa foi palco de tertúlias frequentadas por escritores, intelectuais, pensadores e artistas ligados à vida cultural de Coimbra e ao neorrealismo português.
Segundo a apresentação editorial da Imprensa Nacional, João José Cochofel habitou a casa até 1982.
A Câmara Municipal de Coimbra adquiriu a casa no início de 2003, segundo notícia municipal de 2021; a página municipal atual descreve a aquisição e requalificação como tendo ocorrido no início da segunda década do século XXI.
O projeto de reabilitação da Casa da Escrita, dos arquitetos João Mendes Ribeiro e Cristina Guedes, é identificado por ArchDaily como concluído em 2010, com a Câmara Municipal de Coimbra como cliente.
A notícia municipal de 2021 assinala o 11.º aniversário da Casa da Escrita em 29 de novembro de 2021, o que aponta para 29 de novembro de 2010 como data de referência para a abertura ou inauguração.
Em fevereiro de 2026 foi apresentada uma nova programação, descrita pela imprensa local como um regresso à vocação original do espaço e pela página municipal como organizada em seis eixos programáticos.