sobre o evento
Sob a tutela simbólica de Xerazade, o CAM apresenta uma exposição da sua Coleção inspirada no dispositivo narrativo de «As Mil e Uma Noites». O percurso organiza-se em 14 núcleos e parte de facetas associadas aos contos, para colocar em diálogo obras, histórias e memórias num registo assumidamente subjetivo.
A mostra assinala a 65.ª exposição coletiva da Coleção do CAM desde a inauguração, em 1983, e sublinha a dimensão acumulativa de um acervo com 12 000 obras. Tal como em *Histórias de uma Coleção* (2023), *Linha de Maré* (2024) e na proposta de Leonor Antunes sobre a Coleção, o museu volta a destacar aquisições recentes e peças com menor visibilidade habitual.
Pensada como um livro aberto, *Xerazade, a Coleção Interminável do CAM* será alterada periodicamente, com mudanças de núcleos e obras, para acompanhar o tempo incerto das histórias e da História e manter a exposição em renovação constante.
informações práticas
edições anteriores
É a 65.ª mostra coletiva da Coleção do CAM; o museu cita como antecedentes *Histórias de uma Coleção* (2023), *Linha de Maré* (2024) e a proposta de Leonor Antunes sobre a Coleção (2024).
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